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 Consequências da Obesidade

 Como a obesidade hoje constitui uma epidemia mundial, há uma maior necessidade por tratamentos que provem serem seguros e efectivos quando seguidos adequadamente. Para a saúde das populações como um todo, dar ênfase nos esforços para prevenção da obesidade é por demais justificada para se evitar as devastadoras consequências das doenças relacionadas como diabetes, hipertensão e aterosclerose.

O aumento geral da obesidade tem consequências físicas e mentais a longo prazo para a população. Mesmo durante a infância, a obesidade está intimamente relacionada com o aumento do risco de doença cardiovascular (DCV) e diabetes mellitus não insulino dependentes, preocupações psico-sociais e aumento do risco de algumas formas de cancro. O aumento da prevalência da obesidade na infância e os riscos de saúde justifica esforços para a sua prevenção.

Consequência Clínicas

? Factor de risco coronário

? Factor de risco para a hipertensão arterial

?Aumento dos triglicéridos

? Cardiopatia da obesidade

?Hiperinsulinismo, insulino-resistência, diabetes tipo 2

? Factor de risco de litíase biliar

? Factor de desgaste articular precoce das articulações de carga dos membros inferiores e da coluna vertebral

? Predisposição para o aparecimento de varizes e o seu agravamento

? Aumento do cancro mais frequentes nos obesos: colo-rectal e da próstata no homem,da mama, do endométrio, do ovário e das vias biliares, nas mulheres.

 Consequências psíquicas

Actualmente, os critérios de beleza passaram a ser sinónimo de magreza, estar associados a determinadas formas de corpos definidas por critérios que a maior parte das vezes não se encaixam com o material genético que somos portadores.

Muitas jovens para alcançarem esses “corpos ideais”, começam a adoptar práticas prejudiciais em termos alimentares. Neste contexto, fica aberto o caminho para colocar em risco a saúde apenas por motivos estéticos, pois cada vez mais somos confrontados com jovens que têm uma imagem distorcida de si mesma, afectando a sua auto-estima.

Fonte: Garganta, (2003); Organização Mundial de Saúde, Themudo e col., (1997).

Autora: Carla Marisa Maia Moreira (2007) : (Email: carla_m_moreira@sapo.pt)

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