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Obesidade Infantil

Ao longo das últimas décadas, em todo o mundo, a prevalência da obesidade quer nos adultos quer nas crianças e jovens aumentou consideravelmente.

A prevalência de obesidade em crianças e adolescentes alterou-se pouco entre as décadas de 60 e 80, havendo um aumento dramático entre os anos 80 e 90.

Cerca de 10% das crianças e adolescentes, apresentam excesso de peso, com risco aumentado de desenvolvimento de doenças crónicas; um quarto destas crianças é obeso, com probabilidades acrescidas de apresentarem factores de risco tais como: diabetes tipo II, doenças cardiovasculares e outras co-morbilidades antes ou durante a vida adulta (Lobstein e col., 2004).

Mundialmente, segundo a British Medical Association, mais de 22 milhões de crianças com menos de 5 anos de idade tem excesso de peso, bem como 155 milhões de crianças em idade escolar.

Os EUA e alguns países europeus apresentam os mais altos níveis de prevalência de obesidade infantil (Lobstein e col., 2004). Quanto à prevalência de obesidade, nos últimos 25 anos mais que duplicou em adolescentes do sexo masculino e feminino, como se pode constatar no seguinte quadro.

Valores de incremento da obesidade em adolescentes Norte-Americanos (12 – 19 anos) 

Anos

Masculino

Feminino

1971 – 1974

6,1

6,2

1988 – 1994

11,3

9,7

1999 – 2000

15,5

15,5

(CDCP, National Center for Health Statistics, National Health and Nutricion Examination Survey. 2002).

 

Na Europa 20% das crianças (uma em cada cinco) tem excesso de peso e 4000,000 crianças por anos juntam-se aos 14 milhões de crianças com excesso de peso das quais 3 milhões são obesas. São os países do Sul da Europa que estão na liderança da prevalência da obesidade infantil, onde Portugal se inclui. Entre 21 países, são as ilhas mediterrâneas de Malta, Sicília, Gibraltar e Creta e os países Portugal, Espanha e Itália, que apresentam mais do que 30% de crianças com excesso de peso e mais do que 10% com obesidade. 

Percentagem de excesso de peso em crianças 7 -11 anos em 22 países Europeus.

A curto prazo, a obesidade juvenil está associada a perturbações físicas e psicossociais; a longo prazo, cada vez mais com tradução clínica ainda durante a idade pediátrica e independentemente da persistência de obesidade na idade adulta, de entre as complicações associadas à obesidade podemos referir a hipertensão arterial, a dislipidemia, a diabetes melitus tipo II e a doença cardiovascular (Rego, 2002).

Fonte: American Heart Association, British Medical Association, OMS.

 Autora: Carla Marisa Maia Moreira (2007) : (Email: carla_m_moreira@sapo.pt)

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